Documentário "Eating your way to extinction", agricultura animal e mudança climática
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Comendo Até à Extinção

Estudos mostram que a mudança climática e as faltas de água estão diretamente relacionadas com a quantidade de carne que consumimos. Não vamos ser bem sucedidos até que paremos com a agricultura animal.

– Trailer do documentário Eating Your Way to Extinction.


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Conteúdo traduzido do vídeo Eating Our Way To Extinction Trailer da campanha de crowdfunding por Otto e Ludo Brockway, publicado a 29 de novembro de 2016

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Comendo Até à Extinção – Trailer

A indústria mais destrutiva do mundo está a destruir a nossa saúde, custa triliões em dinheiro, é incrivelmente cruel e está a destruir o nosso mundo.
Estamos, como todos vocês sabem, à beira de um abismo climático. Locais por todo o mundo viram calor extremo, incluindo um recorde no Kwait de 129… Abre a janela… Oh meu Deus! – Estão pessoas na água! – Oh meu Deus!
A principal força propulsora por detrás da extinção de espécies, por detrás da poluição da água e do ar, é este sistema de agricultura animal. agricultura animal… agricultura animal… agricultura animal… agricultura animal… Estudos mostram que a mudança climática e as faltas de água estão diretamente relacionadas com a quantidade de carne que consumimos. Não vamos ser bem sucedidos até que paremos com a agricultura animal. “Uma mudança global em direção a uma dieta à base de plantas é vital” “para se salvar o mundo dos piores impactos da mudança climática.” – Nações Unidas.
Doença cardíaca, cancro da próstata, cancro do cólon, cancro da mama, artrite reumatóide, esclerose múltipla… Eu sabia, naquela altura, o que causava a maioria das doenças. produtos animais… proteína de base animal… proteína animal… Pessoas que aumentam o seu consumo de alimentos à base de plantas, e diminuem o consumo de alimentos animais, de facto têm uma vantagem de sobrevivência, de facto vivem mais anos do que aqueles que não o fazem.
— Expondo a economia distorcida — Apenas na União Europeia metade do seu orçamento é usado para financiar a produção de gado. Por toda a Europa, 80% dos pagamentos diretos vão para apenas 20% dos agricultores. Quando se olha para de quem é este lobby do sistema agrícola, é dos maiores produtores de carne. Eles ditam as políticas federais em torno da produção alimentar, por terem tanto poder… O governo deu 30 biliões de dólares para financiar carne barata… …e não deram nenhum dinheiro para a indústria dos vegetais…
Pesquisa científica recente descobriu que os animais de quinta estão longe de serem estúpidos. O mais próximo deles a que a maioria de nós chega, é no supermercado, Mas você sabia o quão inteligentes e sensíveis eles são? E como as decisões que fazemos todos os dias afetam diretamente as suas vidas?
Um movimento está a crescer. Dezenas de milhões de americanos mudaram a sua dieta de refeições centradas em carne para outras ricas em vegetais, grãos, feijões e outros alimentos à base de plantas. Não só é uma mudança de estilo de vida mais saudável, como também ajuda a mudar a nossa pegada ambiental.
A coisa número 1 que podes fazer, é simplesmente PARAR DE COMER CARNE. Comendo em direção à extinção. Por favor ajude a fazer deste vídeo um sucesso mundial. Veja o link na descrição.Recolher Transcrição[/expand]

Estes conteúdos são traduzidos e/ou legendados por voluntários motivados pelo desejo de facilitar o conhecimento a todos e assim melhorar as nossas vidas. Qualquer pessoa pode fazer o mesmo.
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O impacto e os custos da mudança climática
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Mudança Climática: Façam as Contas

O uso dos combustíveis fósseis custa-nos muito mais do que o seu abandono. Vidas perdidas, custos de saúde, destruição ambiental, e 5 vezes mais dinheiro.

Conteúdo traduzido do vídeo Climate Change DO THE MATH pela Scientia Productions em 2012.

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Mudança Climática FAZ AS CONTAS!

Se as imagens daqueles fogos intensos de verão não o convenceram, ou as secas recorde, ou o tamanho da sua conta de AC este verão, aqui estão alguns números duros sobre as alterações climáticas. Mais de 40.000 recordes de temperatura foram estabelecidos em 2012 nos EUA. Maio de 2012, foi o 327º mês consecutivo, em que a temperatura de todo o globo excedeu a média do séc. XX. Quais são as probabilidades de isto acontecer? 1 em 4? 1 em 40? 1 em 400? 1 em 4000? Adicione mais 95 zeros. 1 em um número consideravelmente maior do que o número de estrelas no universo.
O gelo marítimo do Ártico derreteu até um valor mínimo recorde em 2012. Os oceanos de hoje estão 33% mais acídos. O ácido carbónico, da queima de combustíveis fósseis, está a dissolver as conchas e ossos da vida nos mares. A atmosfera sobre os oceanos está a uns chocantes 5% mais húmida, preparando o terreno para tempestades devastadoras. O furacão Sandy tornou isso claro… com uma vingança. Tempestades em esteróides de gases de efeitos de estufa continuarão a ficar piores. O Sandy devastou 5 ilhas caribenhas, Nova Iorque, Nova Jersey, muito do Noroeste americano e várias províncias canadianas. Mais de 170 mortes e milhares de milhões em perdas. Agora, para se perceber o aquecimento global, só precisamos de perceber alguns números.
O Primeiro Número: 2º Celsius A conferência do clima de Copenhaga falhou espectacularmente. Os grandes emissores – China e Estados Unidos – fizeram poucas concessões. Entre o caos, o presidente Obama assumiu a liderança na elaboração de um acordo de Copenhaga salvador, que enganou muito poucos. Copenhaga é um local de crime esta noite, disse um representante zangado da Greenpeace. Com os homens e mulheres culpados a escaparem para o aeroporto. Mas o acordo continha sim um número importante: 2ºC. Copenhaga reconheceu oficialmente a perspetiva científica de que o aumento da temperatura global deveria ser inferior a 2ºC. E todos concordaram que eram necessários grandes cortes nas emissões globais. Até agora, já aumentámos a temperatura média do planeta quase 0,8ºC. Mas isso causou bem mais danos do que aqueles que os cientistas esperavam. Thomas Lovejoy: “Se estamos a assisitir ao que se está a passar hoje aos 0,8 ºC, dois graus é simplesmente demasiado.” Alice Bows: “2ºC representa o limiar entre alterações climáticas perigosas e extremamente perigosas.” James Hansen: “Dois graus de aquecimento é na verdade uma prescrição para um desastre de longo prazo.” Não mais do que 2 graus. Este é o ponto crucial. O Segundo Número: 565 Gigatoneladas O segundo número que temos de perceber é 565 gigatoneladas. Os cientistas estimam que podemos pôr mais cerca de 565 gigatoneladas de CO2 na atmosfera. e ainda termos uma esperança razoável de ficarmos abaixo de 2 graus de aquecimento. Contudo, as emissões de carbono continuam a crescer ao ritmo de cerca de 3% ao ano. A este ritmo, vamos estoirar o nosso plafond de 565 gigatoneladas, em apenas 16 anos.
O Terceiro Número: 2795 Gigatoneladas O terceiro número é 2795 gigatoneladas. A quantidade de carbono contida nas reservas comprovadas de carvão, petróleo e gás. Em suma, o combustível fóssil que estamos atualmente a planear queimar. Este número: 2795; é obviamente superior a 565. É 5 vezes superior. Nós temos 5 vezes mais petróleo, carvão e gás em reserva do que a quantidade que os cientistas do clima pensam que é seguro queimar. Teríamos de manter 80% dessas reservas intocadas no solo para evitar uma catástrofe climática. Agora, podemos ter uma folha de balanço de combustíveis fósseis saudável. Ou, podemos ter um planeta relativamente saudável. Mas agora que conhecemos os números, não podemos ter os dois. Então, podemos corrigir isto? Podemos. Como avançamos? Um Novo Número: 1%
Aqui está um novo número: 1%. A “Análise Global da Universidade de Cambridge – a Economia das Alterações Climáticas” disse que o custo de mitigar o aquecimento global é de 1% do PIB global. Criar a infraestrutura e a capacidade para reduzir as emissões e aumentar a eficiência custará cerca de 790$ mil milhões por ano. Isto é alcançável? Bem, vamos ver as despesas para o desenvolvimento de combustíveis fósseis. Planos para o oleoduto norte-americano: 11$. Expansão da Shell no Canadá e no Qatar: 25$. Desenvolvimentos no Ártico da Shell: 40$. Investimentos de grandes empresas russas: 54$. Novas refinarias de petróleo na Nigéria e em Alberta: 10$. Desenvolvimento da Chevron no Mar do Norte, Congo e Venezuela: 10$. Compra de reservas, investimentos e planos de exploração: 155$. Mas isto não é tudo. A Agência Internacional de Energia e as Nações Unidas dizem que os subsídios de combustíveis fósseis de 2008 foram entre 500$ e 700$ mil milhões. Em 2012, o Natural Resources Defense Fund disse que os subsídios globais para combustíveis fósseis foram de 775$ mil milhões. O relatório do Fórum de Vulnerabilidade Climática, publicado em setembro de 2012, diz que os custos das mudanças climáticas anuais são de 1,2$ biliões. 1200$ mil milhões, na sua maior parte em países menos desenvolvidos. A Agência Internacional de Energia estima que os países importadores de petróleo gastarão 2$ biliões, em petróleo, em 2012, e em 2013, e 2014, e 2015. Então, vamos fazer as contas. 4280$ mil milhões – o custo de se continuar a queimar petróleo; divididos por 790$ mil milhões – o custo de se converter o mundo para energia renovável; é igual a 5,5 vezes. Agora, o que quer isto dizer? Quer dizer que o custo global do petróleo é mais de 5 vezes o custo de o abandonar. E nem falámos dos custos do carvão. Nem falámos dos custos escondidos dos combustíveis fósseis. A Academia Nacional de Ciências dos EUA estimou que doenças devidas à poluição por combustíveis fósseis custam ao sistema de saúde dos EUA 120$ mil milhões por ano. Os EUA são apenas cerca de 4% da população global. Então quais são os custos de saúde a nível global? 500$ mil milhões? 750$ mil milhões? Mais. A Munich Re, uma resseguradora de topo, relaciona o rápido crescimento de catástrofes climáticas extremas norte-americanas com alterações climáticas provocadas pelo uso de combustíveis fósseis.
As catástrofes com base no clima na América do Norte aumentaram, de uma média de 50 por ano, no início da década de 1980, para mais de 200, depois de 2005. Não podemos suportar tão enorme perda de vidas e propriedade. Os custos das catástrofes estão a subir a cada ano, na América do Norte e por todo o mundo. Há um outro número no relatório do Fórum de Vulnerabilidade Climática. 400.000 As alterações climáticas contribuem para a morte de cerca de 400.000 pessoas todos os anos. 400.000 pessoas… todos os anos.
Então, agora já fizemos as contas. O que fazemos a seguir? O uso dos combustíveis fósseis custa-nos muito mais do que o seu abandono. Vidas perdidas… custos de saúde… destruição ambiental… e dinheiro. O nosso dinheiro. Mais de 5 vezes mais dinheiro. Nós podemos progredir. Nós podemos prevenir a catástrofe climática. Temos de deixar os combustíveis fósseis, a começar agora.Recolher Transcrição[/expand]

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A Conspiração das Vacas: O Segredo da Sustentabilidade

Veja aqui o documentário que as grandes organizações ambientais não querem que vejam. No fundo desta publicação, já legendado em português encontram o documentário Cowspiracy: The Sustainability Secret, documentário ambiental inovador que segue o intrépido cineasta Kip Andersen há medida que ele revela a indústria mais destrutiva que o planeta enfrenta hoje – Kip Andersen, a determinada altura, encontra-se num dilema pois este documentário pode custar-lhe a vida. Exactamente, isso é o quão alto é o jogo das organizações ambientais milionárias e que estão com muito medo de falar sobre o assunto. Há uma indústria bilionária que as financia: a produção animal (pecuária).

Cowspiracy: The Sustainability Secret é um documentário ambiental inovador onde Kip Andersen descobre estar em risco de vida quando investiga porque as organizações ambientais como a Sierra Club ou a Greenpeace não querem falar sobre a pecuária (agricultura ou produção animal) ser a principal causa de aquecimento global, desflorestação, crise de água, acidificação do oceano, emissões de gases estufa e muitos outros.

A verdade é que a agropecuária é a principal causa do desmatamento, e logo também a seca, consumo e crise da água e poluição, é responsável por mais gases de efeito estufa do que todo o setor de transporte, e é o principal motor da destruição da floresta, extinção de espécies, perda de habitat, erosão do solo, “zonas mortas” nos oceanos, e praticamente todos os outros problemas ambientais como o gravíssimo aquecimento global fugidio e restantes alterações climáticas. No entanto ela continua, quase inteiramente, sem contestação. Á medida que Andersen confronta os líderes do movimento ambiental, ele descobre cada vez mais o que parece ser uma recusa intencional de discutir a questão da agricultura animal (ou produção animal), enquanto denunciantes da indústria e “cães de guarda” o alertam dos riscos para a sua liberdade e até mesmo para a sua vida se ele se atrever a persistir.
Tão revelador como «Blackfish» e tão inspirador como «Uma Verdade Inconveniente», este documentário chocante e humorístico revela o impacto ambiental absolutamente devastador que a pecuária tem sobre o nosso planeta, e oferece um caminho para a sustentabilidade global para uma população crescente.

O texto acima é uma tradução não integral do site original http://www.cowspiracy.com/ mas retirado e adaptado de outro website inspirador: http://www.mddvtm.org e recomendado neste outro site que também promete ser uma fonte regular de bons conteúdos: http://focoempatico.net/
Vejam! Vai ser elucidativo e transformador. Deixem de lado a moral e os sentimentos de culpa, mas antes com um espírito de curiosidade e descoberta, é caso para se dizer “Se comes carne, não digas que és um ambientalista”.

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